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http://webcomgamer85.blog2learn.com/14582185/decad-ncia-econ-mica-freia-den-ncias-de-ass-dio-sexual-no-brasil , no governo Kirchner a corrupção ficou mais sofisticada, não somente com os pedidos de comissões, no entanto bem como com participação nos negócios”, explica. Os cinco dedos de Néstor Kirchner. 535 milhões dos fundos provinciais para o exterior. Com o dinheiro fora do país, a província salvou-se do “corralito” (confisco bancário) de 2001 e a crise financeira de 2002. Kirchner prometeu que, quando fosse eleito presidente, o dinheiro voltaria ao povo.


1 bilhão em juros sobre o assunto os quais nada se fala e que não voltaram ao povo. Caso Skanska (2005): Escândalo que envolve empreiteiras argentinas e estrangeiras, entre elas a sueca Skanska, no superfaturamento das obras de 2 mega-gasodutos no sul e norte da Argentina. O principal suspeito do affaire é o Ministro do Planejamento Julio De Vido. Trem-bala (2006): A Oposição acusa os Kirchners de graves irregularidades no contrato que o governo assinou com a corporação francesa Alstom para a construção do controvertido trem-bala argentino.


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O governo dizia que o gasto da obra seria de 2,5 bilhões de euros. Mas, a oposição afirmava que os contratos, da maneira como foram pensados, implicariam em um gasto 3 vezes superior ao orçamento oficial. O projeto foi em seguida suspenso. “Caso da Mala” (2007): Suposto envio de fundos de Chávez para a campanha eleitoral de Cristina Kirchner em 2007 dentro de um avião da estatal venezuelana PDVSA.


5 milhões. Quota do dinheiro foi localizado na polícia alfandegária no Aeroporto Jorge Newbery. Enriquecimento ilícito (desde 2008): A oposição, advogados independentes e a mídia acusam os Kirchners de enriquecimento ilícito. Eles mostram que o progresso de mais de 1.000% do patrimônio presidencial desde 2003 não tem justificativas contábeis lógicas.


A presidente Cristina argumenta que seu enriquecimento tem que-se aos investimentos em imóveis o evento de ter sido “uma advogada de sucesso”. O octogenário senador Carlos Menem, ex-presidente, é cumprimentado cálidamente em 2011 pelo líder do bloco kirchnerista no Senado, o kirchnerista Miguel Ángel Pichetto. Menem deixou de ser “arqui-inimigo” e transformou-se em enfático aliado do governo da presidente Cristina. Menem foi reeleito para o senado com respaldo dos kirchneristas da província de La Rioja. http://vidafeliztecnicas8.diowebhost.com/11435347/oculus-rift-tem-lan-amento-da-ltima-vers-o-anunciada-para-in-cio-de-2018 , em várias ocasiões, Menem considerou que a política da presidente Cristina “está mais do que certa”. Dos presidentes eleitos desde a volta da democracia argentina, em 1983, apenas Raúl Alfonsín (1983-89) não foi considerado suspeito de casos de corrupção.


Entretanto, seus sucessores Carlos Menem (1989-99), Fernando De la Rúa (1999-2001), Néstor Kirchner (2003-2007) e Cristina Kirchner foram denunciados por suspeitas de irregularidades, desvios de fundos, ações incompatíveis com o dever de funcionários públicos e enriquecimento ilícito. 180 milhões ao Estado argentino. Apesar da condenação o ex-presidente não iria à prisão de forma imediata, pelo motivo de Menem, de oitenta e três anos, é senador na província de La Rioja e conta com imunidade parlamentar. Para ser aprisionado, mesmo em prisão domiciliária (devido à sua idade), teria que ser removido de teu cargo pelo Senado, onde a oposição deseja tua prisão.



No entanto, a maioria kirchnerista não permitiria a suspensão da imunidade, pelo motivo de Menem foi um aliado fiel da presidente Cristina desde 2009, favorecendo o governo nas votações. Cinco milhões para aprovar a lei, desconsiderada pelos sindicatos. O escândalo levou o por isso vice-presidente Carlos Alvarez à renúncia, indignado com a falta de esclarecimentos a respeito do caso. A promotoria havia exigido seis anos de prisão pra De la Rúa. Porém, no ano passado, o ex-presidente foi absolvido pelo tribunal. Do lado esquerdo da imagem acima, o vice-presidente Amado Boudou, suspeito de caso de corrupção envolvendo gráfica terceirizada para imprimir dinheiro.


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